terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Cinturão de Kuiper e a nuvem de Oort

Oie!
Foi mal aí não ter entrado ontem, foi por causa que eu estava sem internet.Mas enfim.

Hoje: O Cinturão de Kuiper


O cinturão de Kuiper é uma área do sistema solar que se estende da órbita de Netuno até 50 Unidades Astronômicas(UA)do Sol.

                                             O cinturão de kuiper e a nuvem de  Oort                                                        


(fonte:www.noveplanetas.astronomia.web.st)



em 1950 Jan Oort notou que

  1. nenhum cometa tinha sido observado com uma órbita que indicasse que ele vinha do espaço interestelar,
  1. havia uma forte tendência para o afélio de cometas de longo período ser em torno de 50.000 UA, e
  1. não havia direção preferencial de onde os cometas vinham.
Ocasionalmente a órbita do Cinturão Kuiper será perturbada pelas interações com os planetas gigantes de forma que cause um objeto cruzar a órbita de Netuno. Ele então muito provavelmente terá um encontro com Netuno que o mandará ou para fora do sistema solar, ou ao encontro dos demais planetas gigantes ou ainda mesmo para o interior do sistema solar.
A partir disto ele propôs que os cometas residiam em uma vasta nuvem nos limites externos do sistema solar. Isto veio a ser conhecido como a Nuvem de Oort. As estatísticas apontam para uma quantidade por volta de um trilhão (1x1012) de cometas. Infelizmente, já que os cometas são tão pequenos e estão tão longe, que não há evidências diretas sobre a Nuvem de Oort.
A Nuvem de Oort pode conter uma fração significativa de toda a massa do sistema solar, talvez mais até do que Júpiter. (Isto é totalmente especulativo, já que não sabemos quantos cometas existem lá e nem qual o tamanho deles.)
Em 2004, a descoberta de um objeto conhecido como 2003 VB12 "Sedna" foi anunciada. Sua órbita está entre o Cinturão Kuiper e o que anteriormente achava-se ser a parte interna da Nuvem de Oort. Talvez este seja o primeiro de uma nova classe de objetos "internos da Nuvem de Oort".
O Cinturão Kuiper é uma região em forma de disco além da órbita de Netuno estendendo-se entre 30 a 50 UA do Sol e contém muitos pequenos corpos congelados. Atualmente é considerada a origem dos cometas de período curto.
Atualmente existem nove objetos conhecidos orbitando entre Júpiter e Netuno (incluindo 2060 Chiron (também conhecido por 95 P/Chiron) e 5145 Pholus; veja a lista dos MPC). A UAI definiu esta classe de objetos como Centauros. Estas órbitas não são estáveis. Estes objetos são quase que certamente "refugiados" do Cinturão Kuiper. O seu destino não é conhecido. Alguns destes mostram alguma atividade cometária (ie, suas imagens são um pouco confusas indicando a presença de um coma difuso). O maior deles é Chiron que tem cerca de 170 km de diâmetro, ou seja, é 20 vezes maior que o Halley. Se ele for perturbado para uma órbita que o aproxime do Sol teremos um verdadeiro cometa espetacular.
Curiosamente, parece que os objetos da Nuvem de Oort foram formados mais perto do Sol do que os objetos do Cinturão Kuiper. Pequenos objetos formados próximos aos planetas gigantes teriam sido ejetados do sistema solar devido aos encontros gravitacionais. Aqueles que não escaparam inteiramente formaram a distante Nuvem de Oort. Os pequenos objetos que se formaram mais longe não sofreram tais interações e permaneceram no Cinturão Kuiper.
Vários objetos do Cinturão Kuiper foram descobertos recentemente incluindo o 1992 QB1 e o 1993 SC (acima). Eles parecem ser pequenos corpos gelados semelhantes a Plutão e Triton (mas muitas vezes menores). Existem mais de 800 objetos trans-netunianos conhecidos (dado do início de 2004); veja a lista de MPC. Muitos orbitam numa ressonância 3:2 com Netuno (assim como Plutão) Medidas de coloração feitas em alguns dos mais brilhantes mostraram que eles são incomunmente vermelhos. No final de 2002, um objeto com mais de 1000 km de diâmetro foi descoberto e provisoriamente chamado de 2002 LM60 "Quaoar". No início de 2004 um ainda maior, 2004 DW, foi encontrado (seu tamanho ainda é desconhecido, mas é quase certo que ele é menor que Plutão). E no final de 2005 foi anunciada a descoberta do 2003 UB313 (agora oficialmente batizado como "Eris"); ele muito provavelmente é maior que Plutão.
Estima-se que haja pelo menos 35.000 objetos no Cinturão Kuiper com mais de 100 km de diâmetro, o que é centenas de vezes maior em quantidade (e massa) de objetos com mesmo tamanho no cinturão de asteróides.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O que aprendemos?-Astronomia

Astronomia... Por que existem pessoas que falam que Astronomia é algo á toa? 
Meu desejo é fazer eles saberem o que é a maravilha Astronomia. Abrir os olhos deles para o céu.


Últimas imagens do que realmente é uma maravilha:





                                 


                           







Até!


P.S: Semana que vem: Cinturão de Kuiper

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Astronomia-Imagens

Saudações, terráqueos!

Trouxe do espaço imagens espetaculares sobre astronomia em geral:



                   

                  


                  


Thau!!

P:S:Vocês viram? Informaram no SBT Brasil que astrônomos descobriram recentemente uma "Irmã mais velha" do Sol. A estrela foi descoberta na constelação de Capricórnio e tem quase o dobro da idade do Sol.

E mais esta outra: Astrônomo cria nova teoria que diz que a vida na Terra surgiu a partir do planeta Marte. O que vocês acham?

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Formação e evolução estelar

Hoje: Formação e evolução estelar

(fonte:wikipédia)



Formação e evolução estelar[editar]

formação estelar ocorre em regiões densas de poeira e gás (hidrogênio basicamente). Quando desestabilizada, fragmentos da nuvem podem colapsar sob influência de gravidade e formar uma proto-estrela. Na medida em que a pressão se propaga pela nuvem, partes dela vão esquentando e se condensando, formando núcleos densos e de alta pressão. Quando a temperatura no núcleo atinge os 10 milhões de Kelvin, são disparados os processos de fusão nuclear, de hidrogênio em deutério e de deutério em hélio. Esses processos liberam energia e pressão suficiente para segurar o colapso gravitacional da nuvem em torno dos núcleos, formando o que chamamos de protoestrelas. A protoestrela já é considerada uma estrela, na fase de Sequência-Principal.
Quando o hidrogênio acaba, a estrela volta a colapsar pela gravidade, esmagando o núcleo e aumentando sua temperatura mais uma vez. Se a estrela possuir massa superior a meia massa solar, a temperatura no núcleo atinge os 100 milhões de Kelvin e o hélio formado passa a se fundir em carbono e a estrela expande suas camadas exteriores, aumentando expressivamente o raio da estrela. A estrela entra na fase de Gigante-Vermelha, que dura muito menos tempo que a fase de Sequência-Principal. Depois disso, quando o hélio acaba, o núcleo colapsa e ejeta suas camadas externas, que se tornarão uma nebulosa planetária enquanto o núcleo se torna uma anã branca de carbono. Anãs brancas são o que sobra de estrelas mortas, corpos de carbono com massa bem menor que a da estrela que a originou, massa essa incapaz de causar um colapso gravitacional. A radiação que ela emite é originada de sua própria temperatura, que irá cessar depois que a estrela esfriar e entrar em equilíbrio térmico com o ambiente.
Estrelas supermassivas (com massas superiores a 8 massas solares) são capazes de atingir os 300 milhões de Kelvin no núcleo e iniciar a fusão do carbono em oxigênio e neônio. A 1 bilhão de Kelvin, produzem silício, depois enxofreargôniocálciotitânio e cromo. Depois, quando o núcleo atinge 4,5 bilhões de Kelvin, ele começa a produzir ferro. A fusão de ferro não libera mais energia, e sim absorve. Então, ao invés de impedir o colapso gravitacional, ele o acelera. A partir disso, em alguns milissegundos a estrela colapsa e a pressão sobe numa altíssima velocidade, ultrapassando até mesmo o limite das anãs brancas. A pressão e o choque destroem a estrela numa violenta supernova, que ejeta toda a matéria da estrela a velocidades altíssimas. Durante a supernova, a estrela consegue continuar fundindo elementos cada vez mais pesados, fundindo até o urânio e espalhando tudo pelo espaço na explosão. O núcleo super denso não se torna uma anã branca. Os elétrons que desabaram se fundem com os prótons e viram nêutrons, fazendo umaestrela de nêutrons, que possuem massa pouco maior que uma massa solar e raio de aproximadamente 20km. Caso a estrela de nêutrons tenha massa superior a 2,5 massas solares, então o colapso não cessa e a estrela continua se comprimindo até se tornar um buraco negro.(Ver semana de postagens Buracos Negros)

--->Representação de um buraco negro.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Astronomia-Ouvindo o Wikipédia

Hoje nós vamos ouvir a opinião do maravilhoso site de pesquisas Wikipédia sobra a maravilhosa Astronomia.

Astronomia é uma ciência natural que estuda corpos celestes (como estrelasplanetas,cometasnebulosasaglomerados de estrelasgaláxias) e fenômenos que se originam fora da atmosfera da Terra (como a radiação cósmica de fundo em micro-ondas). Ela está preocupada com a evolução, a física, a química, e o movimento de objetos celestes, bem como a formação e o desenvolvimento do universo.
A astronomia é uma das mais antigas ciências. Culturas pré-históricas deixaram registrados vários artefatos astronômicos, como Stonehenge, os montes de Newgrange, os menires. As primeiras civilizações, como os babilôniosgregoschinesesindianos,iranianos e maias realizaram observações metódicas do céu noturno. No entanto, a invenção do telescópio permitiu o desenvolvimento da astronomia moderna. Historicamente, a astronomia incluiu disciplinas tão diversas como astrometrianavegação astronômica,astronomia observacional e a elaboração de calendários.
Durante o século XX, o campo da astronomia profissional foi dividido em dois ramos: a astronomia observacional e a astronomia teórica.[carece de fontes] A primeira está focada na aquisição de dados a partir da observação de objetos celestes, que são então analisados utilizando os princípios básicos da física. Já a segunda é orientada para o desenvolvimento de modelos analíticos que descrevem objetos e fenômenos astronômicos. Os dois campos se complementam, com a astronomia teórica procurando explicar os resultados observacionais, bem com as observações sendo usadas para confirmar (ou não) os resultados teóricos.
Os astrônomos amadores têm contribuído para muitas e importantes descobertas astronômicas. A astronomia é uma das poucas ciências onde os amadores podem desempenhar um papel ativo, especialmente na descoberta e observação de fenômenos transitórios1 2 .
A Astronomia não deve ser confundida com a astrologia, sistema de crença que afirma que os assuntos humanos estão correlacionados com as posições dos objetos celestes. Embora os dois campos compartilhem uma origem comum, atualmente eles já estão totalmente distintos3 .

--->Isso é uma formação estelar na grande Nuvem de Magalhães, uma famosa Galáxia Irregular( Veja o tema semanal "Galáxias")

Bem,por hoje é só...

Thau!